Território, cadastro, visita domiciliar e acompanhamento das famílias no SUS: 6 módulos de leitura com atividades práticas, mais a avaliação final
Seu progresso0 de 6 módulos
Carregando seu progresso…
Módulo 1 de 6
O SUS, a Atenção Primária e o lugar do ACS
O Agente Comunitário de Saúde é a ponte entre o serviço de saúde e a comunidade. É quem conhece as famílias pelo nome, sabe quem sumiu do posto e chega onde nenhum outro profissional chega: dentro de casa.
O SUS em poucas linhas
O Sistema Único de Saúde foi criado pela Constituição de 1988 e organizado pela Lei nº 8.080/1990. Seus princípios orientam o seu trabalho todos os dias:
Universalidade: saúde é direito de todos e dever do Estado.
Integralidade: a pessoa é atendida por inteiro — prevenção, tratamento e reabilitação.
Equidade: tratar diferente quem precisa de mais, para reduzir desigualdade.
Descentralização, regionalização e participação social, esta última nos conselhos e conferências de saúde.
Atenção Primária: a porta e o centro
A Atenção Primária à Saúde é o primeiro contato e coordena o cuidado ao longo do tempo. Na Estratégia Saúde da Família, a equipe mínima reúne médico, enfermeiro, técnico ou auxiliar de enfermagem e agentes comunitários de saúde, com carga horária de 40 horas semanais, podendo contar com saúde bucal e outros profissionais.
A Política Nacional de Atenção Básica recomenda, nas áreas de maior vulnerabilidade, no máximo 750 pessoas por ACS, com cobertura de 100% da população cadastrada; o número de agentes por equipe é definido conforme a necessidade e o perfil epidemiológico local. As normas do Ministério da Saúde mudam com o tempo — confirme sempre com a sua coordenação o que está em vigor.
A profissão tem lei
A Lei nº 11.350/2006, alterada pela Lei nº 13.595/2018, regulamenta as funções de Agente Comunitário de Saúde e de Agente de Combate às Endemias.
Tema
O que a lei define
Escolaridade
Ensino médio completo, com regra de transição para quem já exercia a função.
Residência
O ACS deve residir na área da comunidade em que atuar desde a data de publicação do edital.
Ingresso
Processo seletivo público de provas ou de provas e títulos.
Formação
Curso de formação inicial de, no mínimo, 40 horas, e cursos de aperfeiçoamento a cada dois anos.
Jornada
40 horas semanais dedicadas às ações de promoção da saúde e vigilância.
Vedação
É proibida a contratação temporária ou terceirizada, salvo em combate a surtos epidêmicos.
A Emenda Constitucional nº 120/2022 garantiu que o vencimento do ACS e do ACE não seja inferior a dois salários mínimos, pago com recursos repassados pela União, além de adicional de insalubridade e aposentadoria especial, em razão dos riscos da função. Estados e municípios podem acrescentar incentivos e gratificações.
O que o ACS faz
Conhecer o território: fazer o reconhecimento da área e o diagnóstico da comunidade.
Cadastrar e manter atualizadas as informações das famílias.
Realizar visitas domiciliares regulares, com atenção a gestantes, puérperas, crianças, adolescentes, pessoas idosas, pessoas com deficiência, com sofrimento psíquico ou uso problemático de substâncias e demais grupos em situação de vulnerabilidade.
Identificar situações de risco e comunicar à equipe.
Orientar sobre fluxos, rotinas e serviços disponíveis.
Desenvolver ações de educação em saúde e mobilização comunitária.
Participar do planejamento, da análise de dados e das reuniões de equipe.
A Lei nº 13.595/2018 permitiu ainda que o ACS, em caráter excepcional, afira pressão arterial, meça glicemia capilar, verifique temperatura axilar, faça medidas antropométricas e oriente a administração de medicação no domicílio — sempre com curso técnico, treinamento, equipamento adequado e supervisão de profissional de saúde de nível superior. Fora dessas condições, essas atividades não são atribuição do agente.
O que o ACS não faz
Não diagnostica, não prescreve e não indica medicamento, nem "remédio de farmácia" nem chá.
Não faz curativo, não aplica injeção e não realiza procedimento de enfermagem.
Não leva receita nem medicamento por conta própria sem fluxo definido pela equipe.
Não divulga informação de saúde de ninguém — nem para vizinho, nem para família, nem em grupo de mensagens.
Não substitui a equipe: o agente identifica e comunica; a conduta é da equipe.
Para refletir
Morar na comunidade em que trabalha é a maior força e a maior dificuldade da função. Por quê?
Atividade prática
Escreva, com suas palavras, cinco atribuições que são suas e cinco que são de outro profissional da equipe. Depois, procure a lei municipal que rege o cargo na sua cidade e anote jornada, piso e exigências.
Módulo 2 de 6
Território, microárea e cadastro
Quem conhece o território enxerga o que a ficha não mostra: a rua que alaga, a casa onde mora a senhora sozinha, o ponto onde os adolescentes ficam à noite.
Territorialização
Território não é só o mapa: é gente, história, comércio, transporte, escola, igreja, córrego, lixão, ponto de ônibus e barreira geográfica. O reconhecimento do território responde a perguntas práticas:
Quantas pessoas moram aqui e como elas estão distribuídas?
Quais são os principais problemas de saúde e as causas mais frequentes de adoecimento?
Onde estão as áreas de maior risco — ambiental, social, de violência?
Que serviços existem: unidade de saúde, CRAS, escola, creche, farmácia, transporte?
Que lideranças e grupos comunitários podem ser parceiros?
Microárea
A microárea é a parte do território pela qual você responde. Delimite com clareza as ruas e os limites, monte um mapa — pode ser desenhado à mão — e marque: domicílios, pontos de referência, famílias com acompanhamento prioritário, barreiras de acesso e locais de risco.
O cadastro
Ficha
O que registra
Cadastro domiciliar e territorial
Condições da moradia: abastecimento de água, tratamento da água, esgoto, destino do lixo, energia, tipo de construção, número de cômodos, animais.
Cadastro individual
Identificação, cartão SUS, escolaridade, trabalho, condições de saúde referidas, uso de medicação, deficiência, gestação.
Ficha de visita domiciliar
Motivo da visita, desfecho, orientações e encaminhamentos.
Os dados alimentam o e-SUS APS e viram informação para a equipe planejar — e também para o município receber recursos. Cadastro desatualizado é família invisível.
Qualidade do dado
Confira nome completo, data de nascimento e CPF ou cartão SUS: erro aqui duplica cadastro.
Atualize quando alguém nasce, muda, adoece, engravida ou morre.
Registre no mesmo dia; memória não é banco de dados.
Não invente informação para fechar meta: dado errado gera decisão errada.
Explique à família por que você pergunta e o que é feito com a informação.
Ler o território com olhos de saúde
Água armazenada em tambor destampado, esgoto a céu aberto, casa sem sol, mofo, fumaça de fogão a lenha, escada perigosa para quem tem 80 anos, criança que não está na escola, idoso que não sai de casa há meses: tudo isso é informação de saúde e entra no seu relato à equipe.
Atividade prática
Desenhe o mapa da sua microárea com ruas, domicílios, pontos de referência, serviços e áreas de risco. Depois, escreva um diagnóstico de uma página: quem mora ali, quais são os principais problemas e quais as três prioridades que você levaria para a reunião de equipe.
Módulo 3 de 6
A visita domiciliar
A visita é o instrumento principal do ACS. Bem feita, ela produz vínculo, informação e cuidado. Mal feita, vira um papel preenchido no portão.
Antes de bater na porta
Planeje a semana: quem precisa de visita e com que frequência.
Revise o que aconteceu na última visita e o que ficou combinado.
Leve o material: fichas, crachá, caneta, material educativo.
Defina o objetivo daquela visita — visita sem objetivo vira conversa solta.
Durante a visita
Apresente-se e peça licença para entrar; a casa é da família.
Pergunte como estão antes de falar do que você veio tratar.
Escute: quem fala pouco costuma descobrir mais.
Observe com respeito: condições da casa, higiene, alimentação, medicação na mesa, clima entre as pessoas.
Oriente com linguagem simples, sem sermão e sem exagero.
Combine o próximo passo: consulta, exame, retorno, quem procura quem.
Registre logo depois, ainda com a conversa fresca.
Comunicação que funciona
Fale a língua da pessoa: "remédio da pressão" comunica mais que "anti-hipertensivo".
Uma ou duas orientações por visita; lista longa não gruda.
Pergunte o que a pessoa entendeu, em vez de perguntar se ela entendeu.
Não julgue escolhas nem condições de vida: quem se sente julgado fecha a porta.
Diga o que você não sabe e volte com a resposta da equipe.
Ética e sigilo
Você sabe da vida das pessoas mais do que qualquer outro profissional da equipe — e mora ali. Por isso o sigilo é ainda mais exigente: nada do que se vê ou ouve numa casa é assunto de conversa em outra casa, na padaria ou no grupo do bairro. Não fotografe, não grave e não publique. Informação de saúde circula apenas dentro da equipe e pelos canais oficiais.
Situações delicadas
Recusa de visita: respeite, registre e tente outra abordagem depois; insistência gera resistência.
Suspeita de violência contra criança, adolescente, pessoa idosa ou mulher: acolha sem interrogar, não confronte o suposto agressor, comunique imediatamente a equipe e siga o fluxo do serviço — a notificação é obrigatória.
Pedido de favor pessoal: dinheiro, carona, guardar remédio, resolver briga de família. Explique com gentileza o limite do seu papel.
Pessoa em sofrimento psíquico intenso ou falando em morrer: leve a sério, acolha com calma, não deixe a pessoa sozinha, comunique a equipe no mesmo dia e acione o serviço de saúde. O CVV atende de graça, 24 horas, no 188.
Risco à sua segurança: área em conflito, cão solto, ameaça. Não entre; comunique a equipe e a coordenação e combine outra forma de contato.
Cuidados do dia a dia
Protetor solar, chapéu, água, calçado adequado, bolsa leve, cuidado com cães e com escadas, atenção ao trânsito. A função é de rua: o corpo trabalha junto.
Atividade prática
Escreva o roteiro de três visitas diferentes — uma gestante, uma pessoa idosa que mora sozinha e uma família com criança faltando à vacina — com objetivo, perguntas, orientações e registro.
Módulo 4 de 6
Acompanhar os grupos prioritários
O trabalho do ACS se organiza em torno de quem precisa de acompanhamento mais próximo. Você não trata: você acompanha, orienta e avisa a equipe na hora certa.
Gestante e puérpera
Identifique a gestação o quanto antes e encaminhe para iniciar o pré-natal no primeiro trimestre.
Acompanhe se as consultas e os exames estão em dia, inclusive vacinas e saúde bucal.
Oriente sobre sinais que exigem procurar o serviço imediatamente: sangramento, perda de líquido, dor forte, febre, redução dos movimentos do bebê, dor de cabeça forte com alteração visual, inchaço súbito.
Depois do parto, visite na primeira semana: amamentação, sangramento, febre, estado emocional da mãe e consulta do recém-nascido.
Fique atento ao sofrimento emocional no pós-parto e comunique a equipe.
Criança
Vacinação em dia — confira a caderneta em cada visita.
Aleitamento materno e alimentação adequada para a idade.
Peso, altura e marcos do desenvolvimento registrados na caderneta.
Sinais de alerta para levar ao serviço: dificuldade para respirar, recusa de líquidos, vômitos persistentes, febre alta que não cede, apatia, convulsão, diarreia com sinais de desidratação.
Prevenção de acidentes em casa: queimadura, afogamento, queda, intoxicação.
Pessoas com hipertensão e diabetes
Acompanhe consultas, exames e retirada de medicação.
Pergunte como a pessoa toma os remédios — muita gente para quando "se sente bem".
Oriente sobre alimentação, sal, açúcar, movimento e tabagismo, de forma realista com a vida dela.
Fique atento a sinais de descompensação e a feridas nos pés de pessoas com diabetes.
Tuberculose e hanseníase
Busca de sintomático respiratório: pergunte, nas visitas, sobre tosse por três semanas ou mais; encaminhe para exame — o diagnóstico e o tratamento são gratuitos no SUS.
Acompanhe o tratamento até o fim: abandono é o maior problema, e o apoio do agente faz diferença.
Oriente sobre exame dos contatos que moram na casa.
Na hanseníase, fique atento a manchas na pele com perda de sensibilidade e a formigamento nas mãos e nos pés.
Combata o estigma: doença com tratamento não é motivo de vergonha nem de isolamento.
Pessoa idosa
Risco de queda: tapete solto, escada, banheiro sem barra, iluminação fraca, chinelo escorregadio.
Muitos medicamentos ao mesmo tempo, confusão com horários, remédio vencido.
Isolamento, tristeza persistente, perda de memória, deixar de comer.
Sinais de violência ou de apropriação do benefício por terceiros.
Vacinas em dia e acompanhamento de doenças crônicas.
Saúde mental, deficiência e outras situações
Acompanhe pessoas em sofrimento psíquico e com uso problemático de álcool e outras drogas sem moralizar, articulando com a equipe e com o CAPS. Identifique pessoas com deficiência que não acessam o serviço e barreiras de acesso. Fique atento a quem sumiu: faltou à consulta, não retirou medicação, não vacinou a criança — a busca ativa é uma das partes mais valiosas do seu trabalho.
Atividade prática
Monte uma lista das famílias prioritárias da sua microárea por grupo (gestantes, crianças menores de 2 anos, pessoas com hipertensão e diabetes, pessoas idosas que moram sozinhas, pessoas em tratamento de tuberculose) e defina a frequência de visita de cada uma.
Módulo 5 de 6
Educação em saúde e mobilização da comunidade
Promoção da saúde não é palestra: é conversa constante, ação coletiva e mudança nas condições de vida do lugar.
Determinantes sociais
Saúde depende de renda, moradia, saneamento, alimentação, escola, transporte, trabalho e vínculos. Por isso o ACS enxerga além do corpo: quando uma criança adoece repetidamente, a causa pode estar na água, no mofo ou na falta de comida — e a resposta não cabe só no consultório.
Educação em saúde que dá certo
Parta do que a comunidade já sabe e do que ela quer resolver.
Use linguagem simples, exemplos locais e material curto.
Prefira conversa em roda a discurso.
Repita ao longo do tempo: uma ação isolada não muda hábito.
Combata boato com informação clara, sem ridicularizar quem acreditou.
Combine com a equipe o que será dito, para não haver informação divergente.
Temas que rendem na comunidade
Tema
Foco prático
Vacinação
Caderneta em dia, campanhas, desfazer boatos, busca de faltosos.
Arboviroses
Eliminar criadouros do Aedes em casa e no quintal, junto com o agente de endemias.
Alimentação
Comida de verdade, aleitamento, redução de ultraprocessados, horta comunitária.
Saúde da mulher
Pré-natal, exame preventivo, mamografia conforme a faixa etária, planejamento reprodutivo.
Saúde bucal
Escovação, acesso ao dentista da equipe, cuidado com prótese.
Tabaco e álcool
Grupos de apoio, encaminhamento, informação sem moralismo.
Água e lixo
Armazenamento seguro, tratamento da água, destino do lixo, cobrança de melhorias.
Trabalhar em rede
Escola e creche (inclusive as ações do Programa Saúde na Escola), CRAS e CREAS, igreja, associação de moradores, rádio comunitária, agentes de endemias, Conselho Tutelar e conselho local de saúde. O ACS costuma ser a pessoa que conhece todo mundo — use isso a favor da comunidade, e não como favor pessoal.
Participação e controle social
Conselhos locais e municipais de saúde e conferências são onde a comunidade decide prioridades. Incentivar a participação é parte do trabalho, e leva para a gestão problemas que nenhuma visita resolve sozinha: falta de médico, de medicamento, de transporte, de saneamento.
Para refletir
Qual problema de saúde da sua área não se resolve com orientação individual? Quem precisaria estar na mesa para resolvê-lo?
Atividade prática
Planeje uma ação de educação em saúde para a sua microárea: tema escolhido com a comunidade, público, local, parceiros, roteiro da conversa, material e forma de avaliar o resultado.
Módulo 6 de 6
Registro, equipe e cuidado com o agente
O que não é registrado não existe para o serviço — e o agente que não se cuida não dura na função.
Registro e informação
Alimente o e-SUS APS ou o sistema adotado no município com cadastro e fichas de visita atualizados.
Registre no mesmo dia, com informação verdadeira e completa.
Use o registro para planejar: quem está sem visita há muito tempo, quantas gestantes iniciaram o pré-natal no primeiro trimestre, quantas crianças estão com vacina atrasada.
Os indicadores de desempenho da atenção primária definidos pelo Ministério da Saúde mudam periodicamente e influenciam o repasse ao município — acompanhe com a sua coordenação quais estão valendo.
Nunca registre o que não aconteceu. Além de antiético, distorce o planejamento e prejudica a comunidade.
Reunião de equipe
É ali que o seu conhecimento vira cuidado. Leve casos, observações do território, famílias que preocupam e problemas coletivos. Chegue com anotação, não com memória. Combine com clareza quem faz o quê e cobre retorno dos encaminhamentos — sem contrarreferência, a família acha que ninguém fez nada.
Riscos do trabalho e prevenção
Risco
Prevenção
Sol e calor
Protetor solar, chapéu, água, horários mais frescos.
Caminhada e carga
Calçado adequado, bolsa leve, alongamento, pausas.
Animais
Não entrar sem pedir para prender o cão; cuidado com escorpião e cobra em terrenos.
Biológico
Higiene das mãos, atenção a casos de doença transmissível, vacinação em dia.
Violência no território
Combinar áreas e horários com a equipe, não entrar em local de conflito, comunicar a coordenação.
Desgaste emocional
Reunião, supervisão, divisão de casos difíceis, apoio em saúde mental.
Morar onde se trabalha
Vizinho que bate na sua porta no domingo, história que você conhece de antes, pedido de exceção. Combine limites com gentileza e firmeza: horário de trabalho, canal certo para cada demanda, e o que você não pode fazer. Combinar cedo evita desgaste depois.
Formação e carreira
A lei garante curso de formação inicial e aperfeiçoamento periódico. Além disso, busque formação em saúde da família, saúde mental, primeiros socorros, aleitamento, tuberculose, arboviroses e comunicação. Muitos municípios valorizam certificados em progressão e processos seletivos.
O sentido do trabalho
O resultado do ACS raramente é imediato: aparece na criança vacinada, na gestante que chegou cedo ao pré-natal, no tratamento de tuberculose que terminou, na pessoa idosa que não caiu. É um trabalho de constância — e é exatamente isso que faz diferença.
Atividade prática
Monte o seu plano de trabalho semanal: visitas por dia, famílias prioritárias, tempo para registro, reunião de equipe e uma ação coletiva no mês. Inclua três medidas de cuidado com a sua própria saúde.
Para saber mais
Lei nº 8.080/1990 (SUS), Lei nº 11.350/2006 e Lei nº 13.595/2018.
Emenda Constitucional nº 120/2022 (piso, insalubridade e aposentadoria especial).
Política Nacional de Atenção Básica e cadernos de atenção básica do Ministério da Saúde.
Cursos "Agente de Combate às Endemias", "Primeiros Socorros no Dia a Dia" e "Cuidador de Idosos", aqui no Cursos Conecta.
Avaliação final
Avaliação final
São 18 questões sobre os 6 módulos. Para ser aprovado(a) e poder emitir o certificado, você precisa acertar pelo menos 13. Você pode refazer a prova quantas vezes quiser.